Bom, como eu vivo falando de coisas do futuro que nos alcançam, aqui vai mais um…

Lembram do “de volta pro futuro 2″ onde o Mcfly entra num barzinho saudosista da década de 80 e joga um arcade? Na sequência entra o Elijah Wood (é galera.. o pivetinho-enchedor-de-saco da cena é o Elijah com 12 anos de idade fazendo ponta em filme grande) e fala: – esse jogo é uma droga… vc precisa usar suas mãos???…” pelo visto, mais uma vez, a vida começa a chegar nos calcanhares da arte…

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Pois bem… esse aí vc usa ondas cerebrais para fazer vários truques com as bolinhas roxas da foto.

Por falta de vídeos que exemplifique (e prove) o que eu estou falando, coloco a baixo OUTRO joguinho “de tabuleiro” que usa o mesmo princípio.. esse (é claro) diz que serve para treinar seu uso da “força” fazendo uma bolinha subir e descer.

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Bem vindo ao futuro… pq ele já começou

Coisa de gente que se formou em administração de empresas mesmo….

 

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Conforme meus grandes papos  seguidos de “Psius” fantasmagóricos, se tem uma coisa assustadora que eu acredito acontecer em breve é tornar o ser eterno, assim como o mun-há, so que bem mais “bionitinho”. Eu tenho certeza que ainda vou ver (ou sentir) uma horda de robôs destruindo minhas células velhas, ruins, doente e viciadas e só deixando meu corpo replicar as saudáveis, boas e jovens…. é não morrer, por não ter degeneração celular…. e pelo visto a corrida já começou….

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SÃO PAULO – Pesquisadores israelenses criaram uma mosca robótica em miniatura que pode percorrer as artérias e veias do corpo para diagnosticar e tratar problemas.

O Robotics Laboratory , parte do Israel Institute of Technology, em Haifa, trabalha há alguns anos desenvolvendo protótipos inspirados em animais.

A mais recente criação foi desenvolvida pelo professor Moshe Shaham e sua equipe: uma mosca em miniatura, com um milímetro de diâmetro, que pode entrar no corpo para, por exemplo, detectar artérias bloqueadas e entregar medicamentos em tumores.

Baseado na tecnologia MEMS (Micro-Electro-Mechanical Systems), o pequeno robô é direcionado por um imã controlado de fora do organismo. Seus minúsculos braços se agarram nas paredes das veias para que ele alcance a região desejada.

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Variando o campo magnético por meio de um controle remoto, os pesquisadores movem a mosca a velocidades de 0.35 mm por segundo. Como a unidade de controle é externa, o robô pode funcionar por um período ilimitado de tempo, sem a necessidade de recarregar a bateria durante o procedimento.

O laboratório pretende ainda adicionar uma câmera ao protótipo, o que possibilitaria terapias de radiação de curta distância, usadas principalmente para tratar câncer de próstata, pescoço e cabeça. O robô ainda deve ter seu tamanho diminuído em dez vezes, para tornar os tratamentos e diagnósticos ainda menos invasivos.

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Entre as outras pesquisas do Robotics Lab está um outros pequeno robô que visa auxiliar a medicina mas, ao invés de escalar, ele nadaria nos fluídos corporais. O projeto poderia ser usado para os analisar melhor as regiões do cérebro e espinha, e se baseia em uma antiga estrutura biológica para nadar: os flagelos encontrados nos espermatozóides.

imagens… palavras… mil…. vc sabe….

puta duma textura….

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o cúmulo da sacanagem machista .. heheheheinvenções-465x508

o nome do post poderia ser tb “i dont see dead people anymore”.

um maluco fotografou o lugar onde pessoas famosas morreram e expôs as fotos. achei interessante esse conceito, pq o lugar nas fotos está vazio, tem o lance do lugar ser triste, decisivo na história, e ao mesmo tempo mostra o lugar como sendo qqr esquina.. é.. da pra viajar bastante nessa idéia…

Rosa

Sempre acho que namoro, casamento, romance tem começo, meio e fim. Como tudo na vida.

Detesto quando escuto aquela conversa:

- ‘Ah, terminei o namoro… ‘

- ‘Nossa, quanto tempo?’

- ‘Cinco anos… Mas não deu certo… Acabou’

- ‘É não deu…?’

Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou.

E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.

Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam.

Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo,

como cobrar cem por cento do outro?

E não temos esta coisa completa.

Às vezes ele é fiel, mas não é bom de cama.

Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.

Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.

Às vezes ela é malhada, mas não é sensível.

Tudo nós não temos.

Perceba qual o aspecto que é mais importante e invista nele.

Pele é um bicho traiçoeiro.

Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia.

E às vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona…

Acho que o beijo é importante… E se o beijo bate… Se joga… Se não bate… Mais um Martini, por favor… E vá dar uma volta.

Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra.

O outro tem o direito de não te querer.

Não lute, não ligue, não dê pití.

Se a pessoa ta com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não.

Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.

O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a

pessoa REALMENTE gostar, ela volta.

Nada de drama.

Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro, recessão de família?

O legal é alguém que está com você por você.

E vice versa.

Não fique com alguém por dó também.

Ou por medo da solidão.

Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado.

E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento.

Tem gente que pula de um romance para o outro.

Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?

Gostar dói.

Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração.

Faz parte. Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro universo.

E nem sempre as coisas saem como você quer…

A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.

Se alguém vier com este papo, corra, afinal, você não é terapeuta.

Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível.

Na vida e no amor, não temos garantias.

E nem todo sexo bom é para namorar.

Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar.

Nem todo beijo é para romancear.

Nem todo sexo bom é para descartar. Ou se apaixonar. Ou se culpar.

Enfim… Quem disse que seria fácil?

Neguinho não pára (de acordo com a nova gramática, esse pára não tem acento.. e eu to cagando baldes!)

Eu já estava escrevendo um texto com algo do tipo em mente (tem um ano mais ou menos que trabalho nesse texto) e os Fraunhofer-Gesellschaft não dão trégua!

O lance agora é: Você compra um óculos (ou pega o seu de grau mesmo), prende na aste (perto da dobra) um bagulhinho/breguetinho que tem um pocessador CMOS de 19×17 mm(!!!), projetor e sensor infra-vermelho e pronto! Agora o seu desktop está visível através dos seus óculos. E o que é mais legal: tudo que você vê através do óculos é “clicável ou navegável só com os olhos!

Bem-vindo ao futuro neguin....

Bem-vindo ao futuro neguin....

Baseado em OLEDs (aquela luzinha-novidade, por aqui muito vista em lanternas “new generation”) e projeção na retina, ele precisa de luz externa para tornar o que é projetado dentro do olho, visível.

Sem mouse, sem mão, sem pé nem cabeça, você olha, pisca, navega e continua andando na rua.

O instituto é esse mesmo, Fraunhofer-Gesellschaft. Pra vocês terem noção, foram eles os criadores do famoso/famigerado MP3.

O sensor/processador/projetor/caralho-que-foda! tem o nome de Interactive Data Eyeglasses. Ele foi desenvolvido com o intuito de ser mais prático, bonito e integrado que seus irmãos interiores (a tecnologia na verdade não é nova), pois andar na rua com um óculos-trambolho é meio complicado.

É meio que esperar e ver quando vamos substituir nossos celulares por coisas assim.

Site oficial: http://www.fraunhofer.de/EN/

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